Governo deu 15 dias<br>para protocolo da <em>Sorefame</em>
O Governo garantiu sexta-feira que, num prazo máximo de 15 dias, será assinado um protocolo para minorar os graves prejuízos causados com a decisão de encerramento da unidade de produção da Bombardier na Amadora, onde desde 1943 funcionou a Sorefame.
A reunião de dia 3 foi marcada após os trabalhadores terem realizado uma vigília, de 9 a 12 de Novembro, junto ao Ministério das Obras Públicas e Transportes. Desde há quase seis meses que o protocolo, com as medidas prometidas pelo Governo (ainda Carmona Rodrigues dirigia aquele Ministério), estava a arrastar-se sem concretização. Mais uma vez, foi agora determinante a luta dos trabalhadores.
No final da reunião, o Ministério dos Transportes comunicou que seria marcada uma reunião, com representantes do Governo, da EMEF, da CP, da Câmara Municipal da Amadora e dos trabalhadores, dentro de 15 dias, na qual será assinado um protocolo – revelou António Tremoço, do Sindicato dos Metalúrgicos, citado pela Agência Lusa.
«O Governo manifestou-se convencido de que a situação ficaria resolvida com este protocolo e voltou a reafirmar que queria solucionar o problema», sublinhou o dirigente sindical.
O objectivo actual é a transformação das instalações da ex-Sorefame num moderno polo industrial com capacidade para produzir material circulante, a integração dos cerca de 50 trabalhadores envolvidos no processo de despedimento colectivo e o impedimento de utilização daquele espaço para negócios imobiliários.
A reunião de dia 3 foi marcada após os trabalhadores terem realizado uma vigília, de 9 a 12 de Novembro, junto ao Ministério das Obras Públicas e Transportes. Desde há quase seis meses que o protocolo, com as medidas prometidas pelo Governo (ainda Carmona Rodrigues dirigia aquele Ministério), estava a arrastar-se sem concretização. Mais uma vez, foi agora determinante a luta dos trabalhadores.
No final da reunião, o Ministério dos Transportes comunicou que seria marcada uma reunião, com representantes do Governo, da EMEF, da CP, da Câmara Municipal da Amadora e dos trabalhadores, dentro de 15 dias, na qual será assinado um protocolo – revelou António Tremoço, do Sindicato dos Metalúrgicos, citado pela Agência Lusa.
«O Governo manifestou-se convencido de que a situação ficaria resolvida com este protocolo e voltou a reafirmar que queria solucionar o problema», sublinhou o dirigente sindical.
O objectivo actual é a transformação das instalações da ex-Sorefame num moderno polo industrial com capacidade para produzir material circulante, a integração dos cerca de 50 trabalhadores envolvidos no processo de despedimento colectivo e o impedimento de utilização daquele espaço para negócios imobiliários.